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Papas

Blog de debemtevi :Dé Bem-Te-Vi, Papas

Conheça a lista de todos os papas ao longo da história

» Veja todos os papas do século XX

São Pedro - Betsaida, papa de 32 a 67 
São Lino - Túscia, papa de 67 a 76 
Santo Anacleto - Roma, papa de 76 a 88 
São Clemente I - Roma, papa de 88 a 97 
Santo Evaristo - Grécia, papa de 97 a 105 
Santo Alexandre IRoma, papa de 105 a 115 
São Sisto I - Roma, papa de 115 a 125 
São Telésforo - Grécia, papa de 125 a 136 
Santo Higino - Grécia, papa de 136 a 140 
São Pio I - Aquiléia, papa de 140 a 155 
Santo Aniceto - Síria, papa de 155 a 166 
São Sotero - Campânia, papa de 166 a 175 
Santo Eleutério - Epiro, papa de 175 a 189 
São Vitor I - África, papa de 189 a 199 
São Zeferino - Roma, papa de 199 a 217 
São Calisto I - Roma, papa de 217 a 222 
Santo Urbano I - Roma, papa de 222 a 230 
São Ponciano - Roma, papa de 230 a 235 
Santo Antero - Grécia, papa de 235 a 236 
São Fabiano - Roma, papa de 236 a 250 
São Cornélio - Roma, papa de 251 a 253 
São Lúcio I - Roma, papa de 253 a 254 
Santo Estevão I - Roma, papa de 254 a 257 
São Sisto II - Grécia, papa de 257 a 258 
São Dionísio - papa de 259 a 268 
São Félix I - Roma, papa de 269 a 274 
Santo Eutiquiano - Luni, papa de 275 a 283 
São Caio - Dalmácia, papa de 283 a 296 
São Marcelino - Roma, papa de 296 a 304 
São Marcelo I - Roma, papa de 308 a 309 
Santo Eusébio - Grécia, papa de 309 a 309 
São Melquíades - África, papa de 311 a 314 
São Silvestre I - Roma, papa de 314 a 335 
São Marcos - Roma, papa de 336 a 336 
São Júlio I - Roma, papa de 337 a 352 
Libério - Roma, papa de 352 a 366 
São Dâmaso I - Espanha, papa de 366 a 384 
São Sirício - Roma, papa de 384 a 399 
Santo Anastácio I - Roma, papa de 399 a 401 
Santo Inocêncio I - Albano, papa de 401 a 417 
São Zósimo - Grécia, papa de 417 a 418 
São Bonifácio I - Roma, papa de 418 a 422 
São Celestino I - Campânia, papa de 422 a 432 
São Sisto III - Roma, papa de 432 a 440 
São Leão Magno Túscia 440 461 
Santo Hilário - Sardenha, papa de 461 a 468 
São Simplício - Tivoli, papa em 468 - 
São Félix III (II) - Roma, papa de 483 a 492
São Galásio I - África, papa de 492 a 496 
Anastácio II - Roma, papa de 496 a 498 
São Símaco - Sardenha, papa de 498 a 514 
São Hormisdas - Frosinone, papa de 514 a 523 
São João I - Túscia, papa de 523 a 526 
São Félix IV (III) - Sâmnio, papa de 526 a 530 
Bonifácio II - Roma, papa de 530 a 532 
João II - Roma, papa de 533 a 535 
Santo Agapito I - Roma, papa de 535 a 536 
São Silvério - Campânia, papa de 536 a 537 
Vigílio - Roma, papa de 537 a 555 
Pelágio I - Roma, papa de 556 a 561 
João III - Roma, papa de 561 a 574 
Bento I - Roma, papa de 575 a 579 
Pelágio II - Roma, papa de 579 a 590 
São Gregório I - Roma, papa de 590 a 604 
Sabiniano - Túscia, papa de 604 a 607 
Bonifácio III - Roma, papa de 607 a 608 
São Bonifácio IV - Marsi, papa de 608 a 615 
São Adeodato I - Roma, papa de 615 a 618 
Bonifácio V - Nápoles, papa de 619 a 625 
Honório I - Campânia, papa de 625 a 638 
Severino - Roma, papa de 640 a 640 
João IV - Dalmácia, papa de 640 a 642 
Teodoro I - Grécia, papa de 642 a 649 
São Martinho I - Todi, papa de 649 a 655 
Santo Eugênio I - Roma, papa de 654 a 657 
São Vitaliano - Segni, papa de 657 a 672 
Adeodato II - Roma, papa de 672 a 676 
Dono - Roma, papa de 676 a 678 
Santo Ágato - Sicília, papa de 678 a 681 
São Leão II - Sicília, papa de 682 a 683 
São Bento II - Roma, papa de 684 a 685 
João V - Síria, papa de 685 a 686 
Cônon - papa de 686 687 
São Sérgio I - Síris, papa de 687 a 701 
João VI - Grécia, papa de 701 a 705 
João VII - Grécia, papa de 705 a 707 
Sisínio - Síria, papa de 707 a 708 
Constantino I - Síria, papa de 708 a 715 
São Gregório II - Roma, papa de 715 a 731 
São Gregório III - Síria, papa de 731 a 741 
São Zacarias - Grécia, papa de 741 a 752 
Estevão II - Roma, papa de 752 a 757 
São Paulo I - Roma, papa de 757 a 767 
Estevão III - Roma, papa de 768 a 772 
Adriano I - Roma, papa de 772 a 795 
São Leão III - Roma, papa de 795 a 816 
Estevão IV - Sicília, papa de 816 a 817 
São Pascoal I - Roma, papa de 817 a 824 
Eugênio II - Roma, papa de 824 a 827 
Valentim I - Roma, papa de 827 a 827 
Gregório IV - Roma, papa de 827 a 844 
Sério II - Roma, papa de 844 a 847 
São Leão IV - Roma, papa de 847 a 855 
Bento III - Roma, papa de 855 a 858 
São Nicolau I - Roma, papa de 858 a 867 
Adriano II - Roma, papa de 867 a 872 
João VIII - Roma, papa de 872 a 882 
Mariano I - Gellese, papa de 882 a 884 
Santo Adriano III - Roma, papa de 884 a 885 
Estevão V - Roma, papa de 885 a 891 
Formoso - Pôrto, papa de 891 a 896 
Bonifácio VI - Roma, papa de 896 a 896 
Estêvão VI - Roma, papa de 896 a 897 
Romano - Gallese, papa de 897 a 897 
Teodoro II - Roma, papa de 897 a 897 
João IX - Tivoli, papa de 898 a 900 
Bento IV - Roma, papa de 900 a 903 
Leão V - Árdea, papa de 903 a 903 
Sérgio III - Roma, papa de 904 a 911 
Anastácio III - Roma, papa de 911 a 913 
Lando - Sabina, papa de 913 a 914 
João X - Tossignano, papa de 914 a 928 
Leão VI - Roma, papa de 928 a 928 
Estevão VII - Roma, papa de 929 a 931 
João XI - Roma, papa de 931 a 935 
Leão VII - Pavia, papa de 936 a 939 
Estêvão VIII - Roma, papa de 939 a 942 
Marino II - Roma, papa de 942 a 946 
Agapito II - Roma, papa de 946 a 955 
João XII - Roma, papa de 955 a 964 
Leão VIII - Roma, papa de 963 a 965 
Bento V - Roma, papa de 964 a 966 
João XIII - Túsculo, papa de 965 a 972 
Bento VI - Roma, papa de 973 a 974 
Bento VII - Roma, papa de 974 a 983 
João XIV - Roma, papa de 983 a 984 
João XV - Roma, papa de 985 a 996 
Gregório V - Saxônia, papa de 996 a 999 
Silvestre II - Alvérnia, papa de 999 a 1003 
João XVII - Roma, papa de 1003 a 1004 
João XVIII - Roma, papa de 1004 a 1009 
Sérgio IV - Roma, papa de 1009 a 1012 
Bento VIII - Túsculo, papa de 1012 a 1024 
João XIX - Túsculo, papa de 1024 a 1032 
Bento IX - Túsuculo, papa de 1032 a 1045 
Silvestre III - Roma, papa de 1045 a 1045 
Bento IX (2ª vez) - papa de 1045 a 1045 
Gregório VI - Roma, papa de 1045 a 1046 
Clemente II - Saxônia, papa de 1046 a 1047 
Bento IX (3ª vez) - papa de 1047 a 1048 
Dâmaso II - Baviera, papa de 1048 a 1049 
São Leão IX - Egisheim-Dagsburg, papa de 1049 a 1055 
Vitor II - Dolinstein-Hirschberg, papa de 1055 a 1057 
Estêvão X - Lorena, papa de 1057 a 1059 
Nicolau II - Borgonha, papa de 1059 a 1061 
Alexandre II - Milão, papa de 1061 a 1073 
São Gregório VII - Túscia, papa de 1073 a 1085
Beato Vitor III - Benevento, papa de 1086 a 1087 
Beato Urbano II - França, papa de 1088 a 1099 
Pascoal II - Ravena, papa de 1099 a 1118 
Gelásio II - Gaeta, papa de 1118 a 1119 
Calisto II - Borgonha, papa de 1119 a 1124 
Honório II - Fagnano, papa de 1124 a 1130 
Inocêncio II - Roma, papa de 1130 a 1143 
Celestino II - Castelo, papa de 1143 a 1144 
Lúcio II - Bolonha, papa de 1144 a 1145 
Beato Eugênio III - Pisa, papa de 1145 a 1153 
Anastácio IV - Roma, papa de 1153 a 1154 
Adriano IV - Inglaterra, papa de 1154 a 1159 
Alexandre III - Siena, papa de 1159 a 1181 
Lúcio III - Lucca, papa de 1181 a 1185 
Urbano III - Milão, papa de 1185 a 1187 
Gregório VIII - Benevento, papa de 1187 a 1187 
Clemente III - Roma, papa de 1187 a 1191 
Celestino III - Roma, papa de 1191 a 1198 
Inocêncio III - Anagni, papa de 1198 a 1216 
Honório II -I Roma, papa de 1216 a 1227 
Gregório IX - Anagni, papa de 1227 a 1241 
Celestino I -V Milão, papa de 1241 a 1241 
Inocêncio IV - Gênova, papa de 1243 a 1254 
Alexandre IV - Anagni, papa de 1254 a 1261 
Urbano IV - Troyes, papa de 1261 a 1264 
Clemente IV - França, papa de 1265 a 1268 
Beato Gregório X - Placência, papa de 1271 a 1276 
Beato Inocêncio V - Savóia, papa de 1276 a 1276 
Adriano V - Gênova, papa de 1276 a 1276 
João XXI - Portugal, papa de 1276 a 1277 
Nicolau III - Roma, papa de 1277 a 1280 
Matinho IV - França, papa de 1281 a 1285 
Honório IV - Roma, papa de 1285 a 1287 
Nicolau IV - Ascoli, papa de 1288 a 1292 
São Celestino V - Isérnia, papa de 1294 a 1294 
Bonifácio VIII - Anagni, papa de 1294 a 1303 
Beato Bento XI - Treviso, papa de 1303 a 1304 
Clemente V - França, papa de 1305 a 1314 
João XXII - Cahors, papa de 1316 a 1334 
Bento XII - França, papa de 1335 a 1342 
Clemente VI - França, papa de 1342 a 1352 
Inocêncio VI - França, papa de 1352 a 1352 
Bento Urbano V- França, papa de 1362 a 1370 
Gregório XI - França, papa de 1370 a 1378

Grande cisma do Ocidente - Papas Romanos
Urbano VI - Nápoles, papa de 1378 a 1389 
Bonifácio IX - Nápoles, papa de 1389 a 1404 
Inocêncio VII - Sulmona, papa de 1404 a 1406 
Gregório XII - Veneza, papa de 1406 a 1415

Papas depois do grande cisma
Martinho V - Roma, papa de 1417 a 1431 
Eugênio IV - Veneza, papa de 1431 a 1447 
Nicolau V - Sarzana, papa de 1447 a 1455 
Calisto III - Valência, papa de 1455 a 1458 
Pio II - Siena, papa de 1458 a 1464 
Paulo II - Veneza, papa de 1464 a 1471 
Sisto IV - Savona, papa de 1471 a 1484 
Inocêncio VIII - Gênova, papa de 1484 a 1492 
Alexandre VI - Valência, papa de 1492 a 1503 
Pio III - Siena, papa de 1503 a 1503 
Júlio II - Savona, papa de 1503 a 1513 
Leão X - Florença, papa de 1513 a 1521 
Adriano VI - Ultrecht, papa de 1522 a 1523 
Clemente VII - Florença, papa de 1523 a 1534 
Paulo III - Roma, papa de 1534 a 1549 
Júlio III - Roma, papa de 1550 a 1555 
Marcelo II - Montepulciano, papa de 1555 a 1555 
Paulo IV - Nápoles, papa de 1555 a 1559 
Pio IV - Milão, papa de 1559 a 1565 
São Pio V - Bosco, papa de 1566 a 1572 
Gregório XIII - Bolonha, papa de 1572 a 1585 
Sisto V - Grottammare, papa de 1585 a 1590 
Urbano VII - Roma, papa de 1590 a 1590 
Gregório XIV - Cremona, papa de 1590 a 1591 
Inocêncio IX - Bolonha, papa de 1591 a 1591 
Clemente VIII - Florença, papa de 1592 a 1605 
Leão XI - Florença, papa de 1605 a 1605 
Paulo V - Roma, papa de 1605 a 1621 
Gregório XV - Bolonha, papa de 1621 a 1623 
Urbano VIII - Florença, papa de 1623 a 1644 
Inocêncio X - Roma, papa de 1644 a 1655 
Alexandre VII - Siena, papa de 1655 a 1667 
Clemente IX - Pistóia, papa de 1667 a 1669 
Clemente X - Roma, papa de 1670 a 1676 
Beato Inocêncio XI - Como, papa de 1676 a 1689 
Alexandre VIII - Veneza, papa de 1689 a 1691 
Inocêncio XII - Nápoles, papa de 1691 a 1700 
Clemente XI - Urbino, papa de 1700 a 1721 
Inocêncio XIII - Roma, papa de 1721 a 1724 
Bento XIII - Roma, papa de 1724 a 1730 
Clemente XII -Florença, papa de 1730 a 1740 
Bento XIV - Bolonha, papa de 1740 a 1758 
Clemente XIII - Veneza, papa de 1758 a 1769 
Clemente XIV - Rimini, papa de 1769 a 1774 
Pio VI - Cesana, papa de 1775 a 1799 
Pio VII - Cesena, papa de 1800 a 1823 
Leão XII - Fabriano, papa de 1823 a 1829 
Pio VIII - Cingoli, papa de 1829 a 1830 
Gregório XVI - Belluno, papa de 1831 a 1846 
Pio IX - Sinigáglia, papa de 1846 a 1878 
Leão XIII - Carpineto, papa de 1878 a 1903 
São Pio X - Riese, papa de 1903 a 1914 
Bento XV - Gênova, papa de 1914 a 1922 
Pio XI - Milão, papa de 1922 a 1939 
Pio XII - Roma, papa de 1939 a 1958 
João XXIII - Sotto II Monte, papa de 1958 a 1963 
Paulo VI - Concesio, papa de 1963 a 1978 
João Paulo I - Belluno, papa de 1978 a 1978 
João Paulo II - Polônia, papa de 1978 a 2005

Bento XVI  - Alemanha, nascimento no dia 16 de Abril de 1927 Atual Papa.

quinta 21 junho 2012 18:59 , em Fotos e fatos


Rio de Contas - Bahia - Brasil

Rio de Contas-BA

Blog de debemtevi : Dé Bem-Te-Vi, Rio de Contas - Bahia - Brasil

 fonte:JBHP Rio de Contas.

O núcleo populacional de Rio de Contas surgiu no final do século XVII, quando viajantes vindos de Goiás e do norte de Minas a caminho de Salvador fundaram um pequeno povoado, que tomou o nome de Creoulos. Este povoado se localizava na Serra das Almas, à margem do Rio de Contas Pequeno (Rio Brumado), e nele foi construída uma capela sob invocação de Senhora Sant'ana.

A descoberta de veios auríferos no atual Rio Brumado e seus tributários atraiu grande número de garimpeiros, bandeirantes e mineradores que, explorando as cercanias, fundaram, três léguas acima, a 1.450m de altitude, outra povoação, Mato Grosso. Com o desenvolvimento da mineração e o incremento populacional, Mato Grosso prosperou, tornando-se, em 1718, a primeira Freguesia do Alto Sertão Baiano (Sertão de Cima), com a denominação de "Freguesia de Santo Antônio do Mato Grosso".

No início do século XVIII, os Jesuítas construíram, 12 km abaixo do povoado de Creoulos, outra igreja, que originou, em 1724, a "Vila de Nossa Senhora do Livramento das Minas do Rio de Contas", por força da Carta Real de 27 de Novembro de 1723, do rei Dom João V, de Portugal, ratificada por Provisão Real de 09 de Fevereiro de 1725. Devido às enchentes e "febres de mau caráter", a vila foi transferida, por Provisão Real de 02 de outubro de 1745, para o povoado de Creoulos, que veio a se tornar a "Vila Nova de Nossa Senhora do Livramento das Minas do Rio de Contas" em 1746, por ordem do então Vice-Rei Dom André de Melo Castro Conde de Galvêas.

Transferida a sede da vila, o governo da Metrópole determinou a construção dos prédios da cadeia pública, intendência municipal, casa de fundição a a instalação do pelourinho simbólico, do qual podem ser vistos no Arquivo Municipal a base e o capitel. Em 1840, o Município teve seu nome simplificado para Minas do Rio de Contas, e, mais tarde, em 08 de julho de 1931, passou a ser chamado simplesmente de "Rio de Contas".

Originariamente, o Município abrangia 82 distritos municipais, extremando-se com Jacobina e o Rio São Francisco; com a criação de novos municípios, porções de área foram sendo perdidas. Os primeiros municípios desmembrados foram Barra do Rio de Contas (Itacaré) e Vila Nova do Príncipe (Caetité). Mais tarde, Mucugê, Paramirim e Bom Jesus do Rio de Contas (Piatã). Por fim, em 1921, foi desmembrada Vila Velha, hoje Livramento de Nossa Senhora. Atualmente, o município se compõe de Rio de Contas (distrito-sede), Marcolino Moura e Arapiranga.

 
Rio de Contas uma proposta interessante que foi defendida pelo saudoso artista Lindemberg Trindade: transformar essa flor da família das sempre-vivas em símbolo da cidade. Estudada pela pesquisadora Ana Maria Giullieti, a "nossa" flor foi considerada endêmica, ou seja, só há por aqui.
 
Antigamente a flor era muito ambundante no Largo do Rosário, hoje, uma raridade de se ver.
 
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fonte:  .
 
 
 
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Fonte: acarlosrodrigues .
 
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sábado 16 junho 2012 10:45 , em Fotos e fatos


Padre Antônio Maria em Guanambi-BA.

Blog de debemtevi :Dé Bem-Te-Vi, Padre Antônio Maria em Guanambi-BA.
Padre Antônio Maria emociona o público nos Festejos de Santo Antônio
 
Sexta, 15 de Junho de 2012  
 

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Fonte: Farol da Cidade 

 

 

Uma grande multidão prestigiou o show do Padre Antônio Maria, um dos mais consagrados nomes da Igreja Católica, que marcou com chave de ouro o encerramento dos festejos de Santo Antônio em Guanambi, o Padroeiro da cidade.

O evento foi uma parceria da Prefeitura Municipal com a Paróquia local e representou um dos mais emocionantes momentos da festa. O Padre Antônio Maria desfilou um variado repertório numa performance carismática e que emocionou a todos.

Para o Prefeito, Charles Fernandes, "foi uma satisfação para o poder público, com apoio da comunidade católica, proporcionar este show que marcou o grande encerramento dos festejos de Santo Antônio".

sexta 15 junho 2012 11:58 , em Fotos e fatos


OFim do mundo está próximo

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fonte: Editor, Você Sabia.

Uma pesquisa revelou que quase 20% da população mundial acreditam que o fim do mundo ocorrerá durante as suas vidas e 10% acham que ocorrerá neste ano de 2012.

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O estudo foi realizado pela Ipsos Global Public Affairs, de Nova Iorque, e revela que 10% dos entrevistados acham que o calendário maia prevê o fim do mundo para o corrente ano de 2012. Mas, serão apenas os pessimistas que esperam testemunhar o fim do mundo? Como consequência da ampla divulgação, pela mídia, da chamada profecia maia eram de se esperar análises e reflexões sobre o assunto – mas não os impactos na pesquisa.

Embora acadêmicos e especialistas tenham dito que não é verdade que os maias previram exatamente o fim do mundo e que a interpretação dos textos deve ser bem diferente, a ideia se espalhou e serviu de inspiração para exposições, livros, documentários e até para um filme. Na pesquisa, uma em dez pessoas acredita que “o calendário maia -  que alguns afirmam terminar em 2012 – marca o fim do mundo” e outros 8% admitem ter sentido “ansiedade e medo de que o mundo realmente acabe em 2012”.

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Keren Gottfried (foto), pesquisadora-chefe da Ipsos, disse que a própria agência foi surpreendida com as respostas das 16.262 pessoas que participaram do estudo, em mais de 20 países: “Foi a primeira vez que fizemos esta pergunta e, portanto, não se pode fazer uma comparação ao longo do tempo”, explica ela. “Uma em cada sete pessoas acredita que o mundo vai acabar no curso de sua vida. É um número bastante elevado e acreditamos que devemos continuar pesquisando”, acrescentou. Para este estudo, os pesquisadores não perguntaram aos entrevistados quais eram suas razões para acreditar que o mundo poderia acabar porque, diz Keren, “Ninguém sabia quantas pessoas iriam dizer acreditar no fim iminente do mundo. Se fosse uma percentagem muito pequena, teríamos obtido uma mostra de pouco valor. Agora sabemos que há número suficiente de pessoas que acreditam no fim do mundo e podemos nos aprofundar nos acontecimentos que podem provocá-lo”.

Os chineses, turcos, russos, mexicanos e sul-coreanos são os que mais acreditam na aproximação do fim do mundo, com 20% dos entrevistados, contra 7% na Bélgica e 8% no Reino Unido. As pessoas com menor escolaridade ou renda e aquelas com menos de 35 anos, são mais propensas a acreditar que o Apocalipse vai acontecer durante a sua vida ou mesmo em dezembro do atual ano de 2012 e são mais propensos a sofrer de ansiedade ou medo com a perspectiva. Os mais velhos mostram-se mais tranquilos e isto é explicado pelos anos já vividos ou talvez seja uma questão de sabedoria com alguns tons de ceticismo. “Talvez aqueles que são idosos viveram o suficiente para não se preocupar com o que acontece no futuro”, diz Keren, que se diz atraída pela ideia de que os mais velhos são mais céticos por terem superado outras crises, o que poderá motivar um estudo futuro.

Existem inúmeras profecias a respeito de um possível fim da atual civilização. Como, aqui no Brasil, a crença religiosa dominante é a cristã, reproduzimos, a seguir um trecho do Novo Testamento bíblico, onde Jesus profetiza o fim do mundo. ATENÇÃO! O texto abaixo foi  inserido apenas como reprodução de um documento histórico, ligado ao tema deste artigo. A citação não tem qualquer propósito religioso,nem é apresentada como verdade indiscutível.

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“E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; olhai, não vos perturbeis; porque forçoso é que assim aconteça; mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação e reino contra reino e haverá fomes e terremotos em vários lugares. Mas todas essas coisas são o princípio das dores. Então sereis entregues à tortura e vos matarão; e sereis odiados por todas as nações, por causa do meu ensinamento. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar e trair-se-ão uns aos outros, e mutuamente se odiarão. Igualmente hão de surgir muitos falsos profetas e enganarão a muitos; e, por ver se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo.” (Mateus 24: 6-13)

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Mesmo assim, colocando as profecias, as teorias, as crenças e as descrenças de lado, o fato indiscutível, que está sendo testemunhado diariamente por todos através dos noticiários, é que a humanidade parece ter atingido o seu ponto máximo de loucura e degradação, destruindo o planeta no qual habita e, consequentemente, autodestruindo-se, moral e fisicamente. Diante disso, não se pode desprezar a hipótese de uma catástrofe global atingir a civilização de forma realmente apocalíptica, seja no dia 21 de dezembro deste ano ou em outra data qualquer, como consequência natural da cegueira humana. Quem viver, verá.

quinta 14 junho 2012 15:46 , em Fotos e fatos


CULTURAS, HISTÓRIAS E LENDAS.

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Culturas, histórias e lendas.

 

OXALÁ.

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Muitas são suas lendas e extensa é sua origem e história na África, 
matéria destinada aos estudiosos e mais aprofundados na religião. 
Sendo os mais cultuados no Brasil, Oxalufon "o velho" e 
Oxaguian "o moço" na sua forma "guerreira" de Oxalá 
que carrega uma espada, cheio de vigor e nobreza, 
seu templo principal é em Ejigbo, onde ostenta o título de Eléèjìgbó, 
Rei de Ejigbo. Na condição de velho e sábio, curvado ao peso dos anos, 
figura nobre e bondosa, carrega uma cajado em que se apoia, 
o Opaxoro, cajado de forte simbologia, utilizado para separação 
do Orun e o Ayié. No Brasil é o mais venerável e o mais venerado, 
sua cor é o branco, seu dia a Sexta-feira, motivo pelo qual 
os candomblecistas em geral usam roupa branca na Sexta-feira 
e na virada do ano, num claro respeito e devoção a Oxalá. 
Sua maior festa é uma cerimônia chamada "Águas de Oxalá" 
que diz respeito a sua lenda dos sete anos de encarceramento, 
culminando com a cerimônia do "Pilão de Oxaguian", 
para festejar a volta do pai. Esse respeito advém da sua condição 
delegada por Olorun, da criação e governo da humanidade.

 
 

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                                                       OGUM
Uma história de Ifá, explica como o número 7 foi relacionado 
a Ogún e o número 9 a Oyá. 
"Oyá era a companheira de Ogún antes de se tornar a mulher de Xangô. 
Ela ajudava o deus dos ferreiros no seu trabalho; 
carregava docilmente seus instrumentos, da casa à oficina, 
e aí ela manejava o fole para ativar o fogo da forja. 
Um dia, Ogún ofereceu à Oyá uma vara de ferro, 
semelhante a uma de sua propriedade, e que tinha o dom de dividir 
em sete partes os homens e em nove as mulheres 
que por ela fossem tocados no decorrer de uma briga.
Xangô gostava de vir sentar-se à forja a fim de apreciar Ogún 
bater o ferro e, frequentemente, lançava olhares a Oyá; 
esta, por seu lado, também o olhava furtivamente. 
Xangô era muito elegante, seus cabelos eram trançados 
e usava brincos, colares e pulseiras. 
Sua imponência e seu poder impressionaram Oyá. 
Aconteceu, então, o que era de esperar: um belo dia, ela fugiu com ele. 
Ogún lançou-se à sua perseguição, 
encontrou os fugitivos e brandiu sua vara mágica. 
Oyá fez o mesmo e eles se tocaram ao mesmo tempo. 
E, assim, Ogún foi dividido em sete partes e Oyá, em nove, 
recebendo ele o nome de Ogún Mejé e ela o de Yansã, 
cuja origem vem de Iyámésan - 'a mãe (transformada em) nove'."

 
 

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                                                                           OXUMARÉ

Nanã, obcecada pela idéia de ter um filho de oxalá, 
concebeu o primogênito obaluaiye que, por sua terrível aparência, 
foi desprezado por ela. Nanã consultou ifá, 
e este orixá lhe disse que, numa segunda tentativa, 
ela daria a luz a um filho lindíssimo, tão formoso quanto o arco-íris. 
No entanto, preveniu-a sobre o fato que a criança jamais ficaria a seu lado.
Seu sonho parecia realizado até o momento do parto, 
quando deu a luz a um estranho ser que recebeu o nome de oxumaré. 
Durante seis meses a criatura tomava a forma de arco-íris,
cuja função era levar a água para o castelo de oxalá, 
que morava em orun ( no céu ). Depois de cumprida a tarefa, 
ele voltava a terra por outro seis meses, assumindo a forma de uma cobra. 
Com essa aparência, ao morder a própria cauda, 
dando a volta em torno da terra, ele teria gerado o movimento de rotação, 
bem como o transito dos astros no espaço. 
É um orixá que representa polaridades contrarias, 
como o masculino e o feminino, o bem e o mal, a chuva e o tempo bom, 
o dia e a noite, respectivamente, através das formas do arco-íris e serpente.

 
 

                                     

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                                            OBALUAYÊ
Nanã era considerada a deusa mais guerreira de daomé. 
Um dia, ela foi conquistar o reino de oxalá e se apaixonou por ele. 
Mas este não queria se envolver com outra orixá que não 
fosse sua amada esposa yemanjá. Por isso, explicou tudo a nanã, 
mas ela não se fez de rogada.
Sabendo que oxalá adorava vinho de palma, embriagou-o. 
Ele ficou tão bêbado que se deixou seduzir por nanã, 
que acabou ficando grávida. Mas por ter transgredido 
uma lei da natureza, deu a luz a um menino horrível, 
não suportando vê-lo, lanço-o no rio. 
A criatura foi mordida por caranguejos, ficando toda deformada. 
Por sua terrível aparência, passou a viver longe dos outros orixás.
De tempos em tempos os orixás se reuniam para uma festa. 
Todos dançavam, menos obaluaiyê, que ficava espreitando da porta, 
com vergonha de sua feiura. Ogum percebeu o que acontecia e, 
com pena, resolveu ajudá-lo, 
trançando uma roupa de mariwo - uma espécie de fibra de palmeira - 
que lhe cobriu todo o corpo. 
Com este traje ele voltou a festa e despertou a curiosidade de todos, 
que queriam saber quem era o orixá misterioso. 
Yansã, a mais curiosa de todas, aproximou-se, e neste momento, 
formou-se um turbilhão e o vento levantou a palha, 
revelando um rapaz muito bonito. 
Desde então os dois orixás vivem juntos, 
e os dois passaram a reinar sobre os mortos.

 
 


IBEJI

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Existiam num reino dois pequenos príncipes gêmeos
que traziam sorte a todos. 
Os problemas mais difíceis eram resolvidos por eles;
em troca, pediam doces balas e brinquedos.
Esses meninos faziam muitas traquinagens e, um dia, 
brincando próximos a uma cachoeira,
um deles caiu no rio e morreu afogado. 
Todos do reino ficaram muito tristes pela morte do príncipe.
O gêmeo que sobreviveu não tinha mais vontade de comer
e vivia chorando de saudades do seu irmão,
pedia sempre a orumilá que o levasse para perto do irmão. 
Sensibilizado pelo pedido,
orumilá resolveu levá-lo para se encontrar com o irmão no céu, 
deixando na terra duas imagens de barro. Desde então, 
todos que precisam de ajuda deixam oferendas 
aos pés dessas imagens para ter seus pedidos atendidos.

FONTE:africanas  raizes.


terça 12 junho 2012 13:09 , em Fotos e fatos


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