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O DESERTO DA ALMA

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Segundo o dicionário Wikipédia deserto é uma região que recebe pouca precipitação pluviométrica . Como conseqüência, os desertos têm a reputação de serem capazes de sustentar pouca vida.
O deserto espiritual é exatamente a mesma coisa, estamos secos da presença de Deus, e é somente Deus que nos dá vida e vida com abundância. Jesus disse: quem crê em mim, rios de água viva correrão do seu ventre(João 7:38).
Quando Deus tirou Israel do Egito, ele tinha a terra mais rica para dar para aquele povo. A viagem até Canaã que teria durado apenas 11 dias , acabou durando 40 anos, graças a murmuração do povo de Israel.
Com mão forte Deus tira o seu povo do Egito, fazendo milagres que só fez humilhar os 2.000 pseudos deuses que aquele povo adorava. Foram dez pragas que em cada uma delas representam um imenso milagre de Deus, não somente para Israel, mas para toda a humanidade.

Se Deus não fizesse acontecer as dez pragas no Egito, só o fato de Ele ter aberto o mar vermelho bastaria para que o povo de Israel jamais saísse da presença de Deus. Imagine, do lado esquerdo montanha, do lado direito montanha, atrás vinha os soldados de faraó, na frente o mar vermelho, então o mais improvável era que 2.710.000 (dois milhões setessentos e dez mil pessoas) entre crianças, mulhere e idosos, entrasse no mar, é então que Deus mostra o seu infinito poder e abre o mar fazendo com que todos passem com os pés secos e quando Faraó e seus soldados tentam passar, são sufocados pelas águas, mostrando que Deus só abre caminhos para seus filhos, e caminho que Deus abriu para você ninguém mais passsa.

Mas passando o mar vermelho o povo começa a fazer festa, Mirian até faz uma cantoria dançando com um tamborim, comemorando a passagem pelo mar a seco, e por falar em Egito, Egito significa terra de cão. E agora, você também faria festa ao sair do Egito pela mão forte de Deus? Com certeza! Mas sempre haverá um momento difícil, e você verá agora.

Após a passagem pelo mar vermelho, após o milagre, após a euforia da vitória sobre o inimigo, o povo começa a caminhada, e o povo tinha que experimentar provações, pois o ouro quanto mais provado no fogo, maior é o seu valor. E Deus na sua eterna sabedoria sabia que Israel tinha que ser provado, pois a terra que mana leite e mel deveria ser consquistada.

Três dias de caminhada no deserto, sem água, sol extremamente quente, talves você não saiba, mas no deserto durante o dia o calor chega a 50ºC, e durante a noite cai a 0ºC, e no terceiro dia o calor já estava intenso, agora o povo se esqueceu dos milagres do Egito, de como Deus os tirou de lá com milagres. É incrível como nós nos esquecemos de uma benção tão logo vem uma prova.

A Bíblia diz que só três dias de murmuração, foi o quanto bastou para que o povo chegasse a uma lugar que onde eles nunca queriam chegar naquele momento de sede.
Êxodo _ 15:22 a 25
22. Fez Moisés partir a Israel do mar Vermelho, e saíram para o deserto de Sur; caminharam três três dias no deserto e não acharam água. 23. Afinal, chegaram a Mara; todavia, não puderam beber as águas de Mara, porque eram amargas; por isso, chamou-se-lhe Mara. 24. E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber? 25. Então, Moisés clamou ao SENHOR, e o SENHOR lhe mostrou uma árvore; lançou-a Moisés nas águas, e as águas se tornaram doces. Deu-lhes ali estatutos e uma ordenação, e ali os provou. 

Eu vejo que não foi Deus que levou o povo as Águas de Mara, mais sim a murmuração deles, por que Deus não dá água amarga para ninguém.

Depois veio a fome e novamente não lembraram dos milagres que Deus já havia realizado e novamente o povo murmurou: Pois os filhos de Israel lhes disseram: Quem nos dera que tivéssemos morrido pela mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar! porque nos tendes tirado para este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão(Êx. 16:3).
E Deus misericordioso lhes deu o maná, a comida dos anjos. que aparecia de madrugada, no chão como geada, semelhante à semente de coentro branco, e de sabor como bolos de mel. Podia ser assado ou cozido. Em cinco dias da semana havia suficiente para cada um comer por um dia, mas se não fosse comido apodrecia durante a noite.Na véspera do sábado havia duas porções para cada um, e nada no sábado, mas a porção da véspera não apodrecia até a noite do sábado.

Sua qualidade nutritiva era perfeita, pois sustentou o povo pelos quarenta anos que passou pelo deserto. O Senhor Jesus se compara ao maná, como Pão do Céu, nosso alimento diário que satisfaz plenamente nossa necessidade espiritual eterna (João 6:48-51).

Deus quer que entremos na terra prometida, mas para isso precisamos parar de murmurar. A cada dia Deus nos abençoa, porém nossa memória tem sido curta demais para lembrar delas, e ao menor sinal de problemas e dificuldades, murmuramos, fazemos como fez o povo de Israel no passado, que somente murmurava e esquecia dos grandes milagres de Deus para com eles.

Deus permite que ocorram nas nossas vidas dificuldades, sofrimentos, para provar o nosso coração, para ver se estamos com o coração firme nEle, ou se estamos ainda vacilantes na fé.

Temos que ser como Calebe foi. Ele não temeu quando viu gigantes de Canaã, porque era temente a Deus e firme nas suas Promessas. Ele tinha a percepção aguçada e era um homem de espírito diferente. Quando nós temos um espírito diferente, somos capazes de conquistar a terra, de passar pelos problemas sem que os problemas nos vençam, porque mais forte é o que está em nós do que o que está no mundo. Calebe era filho de Jefoné, e chefe de uma das famílias de Judá, de onde procedeu Jesus.

Igualmente, nós, somos uma família semelhantes a Jesus. Não vivemos só, estamos juntos para conquistar a Terra Prometida. Calebe foi um dos 12 espias enviados por Moisés à Terra de Canaã, para examiná-la (Nm. 13:5, 17-25). Ele tinha um espírito esperançoso e vitorioso. Era um homem de espírito e alma livres, queria vencer todas as barreiras e batalhas a qualquer custo. Ele e Josué foram os únicos a voltar com as boas notícias acerca do país que iriam habitar. Moisés não entrou na terra, mas Calebe e Josué sim, porque deram um relatório fiel, encorajador diante dos homens. Ele disse que bastava aos israelitas obedecerem as ordens de Deus para darem continuidade à conquista. Ele proferiu para o povo que, se eles não fossem rebeldes contra o Senhor e não temessem, iriam destruir os gigantes como se come pão. Iriam rasgar os inimigos nos dentes, por isso, atraiu a glória de Deus para si. Se você quer atrair essa glória, faça como Calebe: ande em obediência.

Caleber era sonhador, mas realista. Quem é só idealista apenas fica pensando em conquistar, em o que fazer, fica colocando obstáculos, ficam em dúvida, se algo vai dar certo, têm a mente passiva e nem sabem o que Deus quer para suas vidas. Os realistas sonham e conquistam.

Calebe perseverou até o fim. Quando temos obstinação por um sonho, não recuamos diante de nenhuma situação adversa. Pelo contrário, avançamos para vencer os desafios, ainda que sejam como gigantes encontrados na terra que Deus já nos deu. Não podemos ter relatórios incrédulos. Deus disse que daria a autoridade sobre as nações para quem perseverasse até o fim.
Hoje, estamos vivendo um momento em que a trouxe para nós a excelência de Deus. Derrote o passado agora e caminhe em uma nova dimensão. Saia desse seu deserto. A Palavra de Deus diz que no deserto o povo só murmurava. Deus se indignou com o povo, e todos os que murmuraram foram mortos no deserto, tragados pela terra. Não seja um desses, não deixe que a terra trague você! Tenha um relatório de fé, firmeza, vigor, força e prove das promessas de Deus. Somos apanhados de surpresa quando falamos palavras vãs, torpes, negativas. Para chegarmos a Canaã, temos que passar pelo deserto, mas, isso não quer dizer que tenhamos que ficar 40 anos nele, nem morrer lá. Chegou o dia final, saia do deserto e entre em Canaã.

sábado 25 fevereiro 2012 04:38 , em Fotos e fatos


Un antidoto in difesa dell'esperienza sensibile

A Palermo Goethe scopre - o crede di scoprire - laUrpflanze, la «pianta originaria»; modello, struttura, quasi cellula primaria della molteplicità vegetale, espressione a suo avviso di quella forza divina e naturale, il DioNatura, che tiene unito il Tutto nell'innumerevole varietà delle sue forme. Ne parla con entusiasmo a Schiller, definendola «un'esperienza», al che Schiller gli replica: «Non è un'esperienza, è un'idea». Irritato, Goethe risponde che gli piacerebbe avere delle idee e magari anche vederle; più tardi dirà che quello screzio, quello scarto fra idea ed esperienza aveva segnato una precisa frontiera tra lui e Schiller e anche tra lui e la maggioranza degli altri, scrittori, scienziati e filosofi.

 

 

Non solo l'ideologia, che gli era verosimilmente ignota e probabilmente non sapeva cosa fosse, ma anche già l'idea è per Goethe una parola sospetta. Per tutta la vita e con sempre maggiore insistenza egli si accanirà a difendere la Anschaulichkeit, l'evidenza sensibile - fatti, cose, colori, odori - contro l'astrazione cui gli sembravano tendere sempre più la scienza, la filosofia, la stessa concezione del mondo che andavano affermandosi. Il più grande esempio è la sua appassionata, sbagliata ma a suo modo geniale e creativa polemica contro Newton a proposito della luce e dei colori, che lo induce a scrivere quellaTeoria dei colori, basata su esperimenti, che egli considerava erroneamente il suo capolavoro. In tale aspra polemica Goethe ha torto, ma anche in parte ragione. È Newton che descrive giustamente come la luce arrivi alla nostra corteccia cerebrale e come i colori che noi vediamo corrispondano a diverse frequenze e lunghezze d'onda della luce, che il nostro cervello, vecchio grande filologo, traduce in rosso, blu, giallo, a seconda di quelle frequenze e lunghezze. Ma è vero, concretamente e inoppugnabilmente vero, che noi non vediamo i numeri e le frazioni matematiche indicanti quelle misure, bensì rosso, verde, azzurro e anche percepiamo (con gli occhi, con la mente, col cuore) la passione di quel rosso, la nostalgia di quell'azzurro. È almeno discutibile che perfino la scienza, come pretendeva Goethe, debba occuparsi di quel verde o di quel giallo piuttosto che dei loro numeri; è tuttavia indiscutibile che l'arte e la poesia, se si incantano davanti ai papaveri o ai fiordalisi, s'incantano per quei colori e per ciò che essi evocano o significano per l'animo umano più che per i rapporti matematici che creano quei colori o per la classe di vegetali cui appartengono quei fiori, cespugli o alberi variopinti.

 

Nella strada intrapresa dalla cultura occidentale alla sua epoca, Goethe vedeva una pericolosa perdita dell'esperienza concreta e sensibile, dell'evidenza, del particolare fisicamente tangibile, della stessa esperienza, parola che gli era cara come poche altre e che egli sentiva indissolubile dall'arte, dalla poesia, da ogni espressione creativa. Versatile scienziato egli stesso - scoprì l'osso intermascellare - e non solo cantore, ma anche instancabile e rigoroso osservatore della natura, Goethe avrebbe visto probabilmente perfino già in Galileo il primo attentatore all'evidenza sensibile della natura, in quanto convinto che il gran libro della natura sia scritto in triangoli, cerchi e altre figure geometriche.

Ma quei triangoli e cerchi non impediscono a Galileo di essere non solo un grande scienziato, bensì pure un grande, asciutto e poetico scrittore, al quale si devono pagine immortali che fanno toccare i cieli non meno delle poesie di Goethe. E anche il grande amico di quest'ultimo, Schiller, che insieme a lui crea e governa l'ultima stagione classica, l'ultima classicità della cultura occidentale, era la prova vivente che pure le «idee», i principi e i sentimenti morali e civili, le passioni politiche possono alimentare, anzi diventare grande e creativa poesia. L'Inno alla gioia di Schiller e la Nona sinfonia di Beethoven, che la mette in musica quale culmine del messaggio universale di libertà agli uomini, sono anche idea, certo fusa col sentimento e divenuta sentimento poetico; sono anche, almeno in parte e originariamente, ideologia, ideologia della libertà e di una rivoluzione universale di libertà.

Claudio Magris

quinta 23 fevereiro 2012 03:25 , em Fotos e fatos


Como o carnaval começou

Blog de debemtevi :Dé Bem-Te-Vi, Como o carnaval começou

Como o carnaval começou:

Conceito e origem. O carnaval é um conjunto de festividades populares que ocorrem em diversos países e regiões católicas nos dias que antecedem o início da Quaresma, principalmente do domingo da Qüinquagésima à chamada terça-feira gorda. Embora c

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entrado no disfarce, na música, na dança e em gestos, a folia apresenta características distintas nas cidades em que se popularizou.

O termo carnaval é de origem incerta, embora seja encontrado já no latim medieval, como carnem levare ou carnelevarium, palavra dos séculos XI e XII, que significava a véspera da quarta-feira de cinzas, isto é, a hora em que começava a abstinência da carne durante os quarenta dias nos quais, no passado, os católicos eram proibidos pela igreja de comer carne. 

A própria origem do carnaval é obscura. É possível que suas raízes se encontrem num festival religioso primitivo, pagão, que homenageava o início do Ano Novo e o ressurgimento da natureza, mas há quem diga que suas primeiras manifestações ocorreram na Roma dos césares, ligadas às famosas saturnálias, de caráter orgíaco. Contudo, o rei Momo é uma das formas de Dionísio — o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo, e isto faz recuar a origem do carnaval para a Grécia arcaica, para os festejos que honravam a colheita. Sempre uma forma de comemorar, com muita alegria e desenvoltura, os atos de alimentar-se e beber, elementos indispensáveis à vida. 

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Período de duração. Os dias exatos do início e fim da estação carnavalesca variam de acordo com as tradições nacionais e locais, e têm-se alterado no tempo. Assim, em Munique e na Baviera (Alemanha), ela começa na festa da Epifania, 6 de janeiro (dia dos Reis Magos), enquanto em Colônia e na Renânia, também na Alemanha, o carnaval começa às 11h11min do dia 11 de novembro (undécimo mês do ano). Na França, a celebração se restringe à terça-feira gorda e à mi-carême, quinta-feira da terceira semana da Quaresma. Nos Estados Unidos, festeja-se o carnaval principalmente de 6 de janeiro à terça-feira gorda (mardi-gras em francês, idioma dos primeiros colonizadores de Nova Orleans, na Louisiana), enquanto na Espanha a quarta-feira de cinzas se inclui no período momesco, como lembrança de uma fase em que esse dia não fazia parte da Quaresma. No Brasil, até a década de 1940, sobretudo no Rio de Janeiro, as festas pré-carnavalescas se iniciavam em outubro, na comemoração de N. Sra. da Penha, crescia durante a passagem de ano e atingia o auge nos quatro dias anteriores às Cinzas — sábado, domingo, segunda e terça-feira gorda. Hoje em dia, tanto em Recife (Pernambuco), quanto em Salvador (Bahia), o carnaval inclui a quarta-feira de cinzas e dias subseqüentes, chegando, por vezes, a incluir o sábado de Aleluia. 

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Carnaval no Brasil. Nem um décimo do povo participa hoje ativamente do carnaval— ao contrário do que ocorria em sua época de ouro, do fim do século XIX até a década de 1950. Entretanto, o carnaval brasileiro ainda é considerado um dos melhores do mundo, seja pelos turistas estrangeiros como por boa parte dos brasileiros, principalmente o público jovem que não alcançou a glória do carnaval verdadeiramente popular. Como declarou Luís da Câmara Cascudo, etnólogo, musicólogo e folclorista, "o carnaval de hoje é de desfile, carnaval assistido, paga-se para ver. O carnaval, digamos, de 1922 era compartilhado, dançado, pulado, gritado, catucado. Agora não é mais assim, é para ser visto". Blog de debemtevi : Dé Bem-Te-Vi, Como o carnaval começou

Entrudo. O entrudo, importado dos Açores, foi o precursor das festas de carnaval, trazido pelo colonizador português. Grosseiro, violento, imundo, constituiu a forma mais generalizada de brincar no período colonial e monárquico, mas também a mais popular. Consistia em lançar, sobre os outros foliões, baldes de água, esguichos de bisnagas e limões-de-cheiro (feitos ambos de cera), pó de cal (uma brutalidade, que poderia cegar as pessoas atingidas), vinagre, groselha ou vinho e até outros líquidos que estragavam roupas e sujavam ou tornavam mal-cheirosas as vítimas. Esta estupidez, porém, era tolerada pelo imperador Pedro II e foi praticada com entusiasmo, na Quinta da Boa Vista e em seus jardins, pela chamada nobreza... E foi livre até o aparecimento do lança-perfume, já no século XX, assim como do confete e da serpentina, trazidos da Europa. 

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O Zé-Pereira. Em todo o Brasil, mas sobretudo no Rio de Janeiro, havia o costume de se prestar homenagem galhofeira a notórios tipos populares de cada cidade ou vila do país durante os festejos de Momo. O mais famoso tipo carioca foi um sapateiro português, chamado José Nogueira de Azevedo Paredes. Segundo o historiador Vieira Fazenda, foi ele o introdutor, em 1846, do hábito de animar a folia ao som de zabumbas e tambores, em passeatas pelas ruas, como se fazia em sua terra. O zé-pereira cresceu de fama no fim do século XIX, quando o ator Vasques elogiou a barulhada encenando a comédia carnavalesca O Zé-Pereira, na qual propagava os versos que o zabumba cantava anualmente: E viva o Zé-Pereira/Pois que a ninguém faz mal./Viva a pagodeira/dos dias de Carnaval! A peça não passava de uma paródia de Les Pompiers de Nanterre, encenada em 1896. No início do século XX, por volta da segunda década, a percussão do zé-pereira cedeu a vez a outros instrumentos como o pandeiro, o tamborim, o reco-reco, a cuíca, o triângulo e as "frigideiras". 

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As fantasias. O uso de fantasias e máscaras teve, em todo o Brasil, mais de setenta anos de sucesso — de 1870 até início do decênio de 1950. Começou a declinar depois de 1930, quando encareceram os materiais para confeccionar as fantasias — fazendas e ornamentos –, sapatilhas, botinas, quepes, boinas, bonés etc. As roupas de disfarce, ou as fantasias que embelezaram rapazes e moças, foram aos poucos sendo reduzidas ao mais sumário possível, em nome da liberdade de movimentos e da fuga à insolação do período mais quente do ano. 

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E foram desaparecendo os disfarces mais famosos do tempo do império e início da república, como a caveira, o velho, o burro (com orelhões e tudo), o doutor, o morcego, diabinho e diabão, o pai João, a morte, o príncipe, o mandarim, o rajá, o marajá. E também fantasias clássicas da commedia dell’arte italiana, como dominó, pierrô, arlequim e colombina — de largo emprego entre foliões e que já não tinham razão de ser, depois que a polícia proibiu o uso de máscaras nos salões e nas ruas... Aliás, desde 1685 as máscaras ora eram proibidas, ora liberadas. E a proibição era séria, bastando dizer que as penas, já no século XVII, eram rigorosíssimas: um proclama do governador Duarte Teixeira Chaves mandava que negros e mulatos mascarados fossem chicoteados em praça pública, e brancos mascarados fossem degredados para a Colônia do Sacramento... 
Mas, na década de 1930, muitas daquelas fantasias ainda eram utilizadas, inclusive com máscaras. Entre elas estavam as de apache, gigolô, gigolete, malandro (camiseta de listras horizontais, calça branca, chapéu de palhinha, lenço vermelho no pescoço), dama antiga, espanhola, camponesa, palhaço, tirolesa, havaiana, baiana. 

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Aos poucos, os homens foram preferindo a calça branca e a camisa-esporte, até chegar à bermuda e ao busto nu, mas isso só depois da década de 1950; as mulheres passaram às fantasias mais leves, atingindo, depois, o maiô de duas peças e alguns colares de enfeite, logo o biquíni, o busto descoberto etc. 

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Bailes de carnaval. O carnaval europeu começou, na rua, com desfiles de disfarces e carros alegóricos; e, em ambiente fechado, com bailes, fantasias e máscaras. O carnaval carioca, certamente o primeiro do Brasil, surgiu em 1641, promovido pelo governador Salvador Correia de Sá e Benevides em homenagem ao rei Dom João IV, restaurador do trono de Portugal. A festa durou uma semana, do domingo de Páscoa em diante, com desfile de rua, combates, corridas, blocos de sujos e mascarados. Outro carnaval importante foi o de 1786, que coincidiu com as festas para comemorar o casamento de Dom João com a princesa Carlota Joaquina. Mas o primeiríssimo baile de máscaras aconteceu em 22 de janeiro de 1840, no hotel Itália, no largo do Rocio, no mesmo local em que se ergueria depois o teatro e depois cinema São José, na praça Tiradentes, no Rio. A entrada custava dois mil réis, com direito à ceia. 

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No entanto, a voga dos bailes carnavalescos em casas de espetáculos só se generalizou na década de 1870. Aderiram à moda o teatro Pedro II, o teatro Santana, e aí até os estabelecimentos populares entraram na dança, no Skating Rink, o Clube Guanabara, o Clube do Rio Comprido, a Societé Française de Gymnastique, em teatros que se alinhavam ao lado dos bailes públicos, mas em área social selecionada. 

O carnaval se alastra: surgem "arrastados" em casas de família, bailes ao ar livre, bailes infantis e os pré-carnavalescos, bailes em circos, matinês dançantes. Afinal, certos bailes ganharam fama nacional e até internacional, realizados em grandes clubes, hotéis ou teatros: em 1908 houve o primeiro dos bailes do High-Life, que chegaram ao fim nos anos 40; em 1918 iniciou-se a tradição do baile dos Artistas, no teatro Fênix; em 1932, o primeiro grande baile oficializado, o do teatro Municipal, abriu caminho para muitos outros; e logo vieram os do Glória, Palácio Teatro, Copacabana Palace, Palace Hotel, Cassino da Urca, Cassino Atlântico, Cassino Copacabana, Quitandinha (em Petrópolis), Automóvel Clube do Brasil. 

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Em 1935, o Cordão dos Laranjas construiu um salão, em forma de navio, que "atracou" na Esplanada do Castelo, e ali se realizariam alguns dos mais alegres bailes de três ou quatro carnavais. E enquanto o Municipal iniciava concursos de fantasias de luxo (a princípio só femininas, e, depois dos anos 50, masculinas), os bailes que atraíam multidões eram os do Botafogo, Fluminense, Flamengo, Vasco da Gama, América. Bem familiares em suas primeiras versões, reunindo a sociedade abastada em trajes de gala, foram-se tornando cada vez menos bailes de fantasia. Já não se conseguia dançar, apenas pular, e à casaca e ao smoking juntavam-se o traje-esporte e o mulherio semidespido. E existiam os bailes gremiais como o das Atrizes, o Vermelho e Negro, o dos Pierrôs etc. 

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Banho de mar à fantasia. Nos bailes, as danças variavam, de polca, lundu e tanguinho a sambas, marchinhas, frevos, jongos e cateretês, com todos os participantes cantando, pulando e "fazendo cordão". Já nos banhos de mar à fantasia, porém, os foliões cantavam a plenos pulmões as músicas de sua preferência e também aquelas que eram divulgadas por discos e nos coretos municipais animados por bandas de música. 

Os banhos de mar à fantasia criaram hábito no intervalo entre a primeira e a segunda Guerra Mundial. Os blocos e foliões trajavam fantasias de papel crepom e, após desfilarem nas praias, caíam na água, tingindo-a por horas, pois as fantasias de papel desbotavam fortemente. Havia, é claro, outro traje de banho, normal, sob aqueles carnavalescos e efêmeros. 

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Batalha de confete e corsos. O confete, a serpentina e o lança-perfume — os três elementos que, entre o início do século e a década de 1950 animaram o carnaval brasileiro de salão — também cooperaram para o maior êxito dos corsos que deram vida ao carnaval de rua. E neste, as batalhas de confete constituíam o momento culminante. A moda do corso, iniciada timidamente logo após a chegada dos primeiros automóveis, atingiria seus momentos de glória entre 1928 e a década de 1940. Consistia o corso numa passeata carnavalesca de carros de passeio conversíveis, de capota arriada, enfeitados de panos coloridos e bandeirolas, conduzindo famílias ou grupos de foliões que se sentavam não só nos assentos mas também sobre a capota arriada, sobretudo as moças fantasiadas de saias bem curtas, cantando ou jogando serpentinas e confetes nos pedestres, que se amontoavam nas beiras das calçadas para vê-las passar. 

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Essa gente motorizada brincava também com os ocupantes dos carros vizinhos e, por vezes, com os veículos rodando lentamente, emendavam o cortejo atirando montes de confete e milhares de metros de serpentina que enlaçavam os carros e se acumulavam no asfalto das avenidas a cada noite. O lança-perfume também era usado em profusão, enquanto a confraternização com os pedestres se ampliava não só através dos jatos de lança-perfume — o que abria caminho para conhecimentos mais íntimos, namoricos etc. — como também de caronas momentâneas na disputa de músicas entoadas por uns e por outros. Cada cidade possuía seu local de corso, e o do Rio de Janeiro ocorria, principalmente, na avenida Rio Branco (antiga avenida Central), mas a certa altura, em vários carnavais o corso se prolongava à avenida Beira-Mar, atingindo o Flamengo e Botafogo até o Pavilhão Mourisco, no final da praia. 

Quase conseqüência do corso — que desapareceu com o advento das limusines e carros fechados — as batalhas de confete ocorriam em locais determinados que possuíssem torcidas bairristas organizadas ou blocos fortes para desenvolver a disputa — uma competição de canto, dança na rua e corso (nem sempre). Nas semanas ou meses que antecediam o tríduo de Momo, essas torcidas ou blocos organizavam as festas em que se gastavam quilos de confete e serpentina, litros de lança-perfume, e em que se dava a disputa entre as preferidas de cada agremiação. Tais batalhas se prolongavam, às vezes, até o amanhecer, algumas superando a empolgação dos dias de carnaval "legítimo". Pois ali se exibiam os blocos, os ranchos e os foliões avulsos. 

Blocos, ranchos, grandes sociedades. No carnaval de rua era comum o "trote" e os blocos de sujos. O encontro de blocos resultava, às vezes, em batalhas campais de sopapos. Nos desfiles, entre os anos 1919 e 1939, destacavam-se os tradicionais ranchos, que desfilavam às segundas-feiras. Havia ainda as grandes sociedades, com seus carros alegóricos, repletos de mulheres bonitas, alegorias mitológicas, históricas e cívicas; carros de crítica política encerravam, no fim da noite de terça-feira gorda, os festejos. Tais agremiações se chamavam Tenentes do Diabo, Pierrôs da Caverna, Clube dos Democráticos, Fenianos, Congresso dos Fenianos, Clube dos Embaixadores etc. 

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A grande concentração popular se fazia na avenida Rio Branco, da Cinelândia até a rua do Ouvidor. A classe média alta preferia as imediações do Jóquei Clube, entre a avenida Almirante Barroso e a rua Araújo Porto Alegre. Alguns levavam seus próprios assentos, cadeiras e banquinhos, mais tarde substituídos por palanques e arquibancadas montados pela prefeitura. A segunda-feira era célebre não só pelo desfile de ranchos — que usavam fogos de artifícios coloridos –, mas também porque os freqüentadores do baile do Municipal eram observados pelo populacho, que ia admirar-lhes as fantasias. A Galeria Cruzeiro, hoje edifício Av. Central, era o ponto focal do trecho entre a rua São José e a avenida Almirante Barroso, a área de maior animação dos carnavalescos tradicionais, que cantavam e dançavam ao som das músicas lançadas nos palcos dos teatros de revista e nas emissoras de rádio. 

Escolas de samba. As "escolas de samba" nasceram de redutos de diversão das camadas pobres da população do Rio de Janeiro, em sua quase totalidade negros. Reuniam-se para cultivar a música e a dança do samba e outros costumes herdados da cultura africana, e quase sempre enfrentavam ostensiva repressão policial. Para a formação desses redutos contribuiu decisivamente a migração de populações rurais nordestinas, que, atraídas para a capital em fins do século XIX, introduziram um mínimo de organização e de sentido grupal ao carnaval carioca, até então herdeiro do entrudo português.

No entanto, a denominação "escola" só vai surgir em 1928, com a criação da Deixa Falar, no bairro do Estácio. Ismael Silva (1905-1978), seu fundador, explicava o termo como decorrência da proximidade da Escola Normal, no mesmo bairro, o que fazia os sambistas locais serem tratados de "professor" ou "mestre". Posteriormente surgem diversas outras escolas, entre as quais Portela, Mangueira e Unidos da Tijuca. No começo, pouco se distinguiam dos blocos e cordões, com ausência de sentido coreográfico e sem qualquer caráter competitivo. Com o tempo, transformam-se em associações recreativas, abertas, cuja finalidade maior é competir nos desfiles carnavalescos, transformados em atração máxima do turismo carioca. De tal forma agigantam-se, que seus encargos — a partir da década de 1960 — equivalem aos de uma empresa, o que as obriga a funcionar por todo o ano, promovendo rodas de samba e "ensaios" com entrada paga, maneira de amenizarem os gastos decorrentes da preparação dos desfiles. 

Com a oficialização dos desfiles, a partir de 1935, as escolas passam a receber subsídios da prefeitura, transformando-se, a partir de 1952, em sociedades civis, com regulamento e sede, elegendo periodicamente suas diretorias, inclusive um diretor de bateria, que comanda os instrumentos de percussão, e um diretor de harmonia, responsável pelo entrosamento de canto e orquestra. A escola desfila precedida de um abre-alas (faixa que pede passagem e anuncia o enredo) e da comissão de frente (dez a quinze sambistas, representando simbolicamente a diretoria da escola). A seguir, pastoras (antigas dançarinas dos ranchos), fazendo evoluções; mestre-sala e porta-bandeira; destaques; academia (coro masculino e bateria). O restante divide-se em alas, geralmente com coreografias especiais, e carros alegóricos. Apresentam sempre um tema nacional — lenda ou fato histórico — expresso no samba-enredo, base de todo o desfile. 

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Até 1932, quando foi organizado o primeiro desfile, as escolas limitavam-se a percorrer livremente as ruas, acompanhadas por populares. Naquele ano, o jornal Mundo Esportivo organizou um desfile na praça Onze, de que participaram dezenove escolas, saindo vitoriosa a Estação Primeira de Mangueira. No ano seguinte o número de concorrentes subiu para 29 e o desfile foi promovido pelo jornal O Globo, saindo vitoriosa novamente a Mangueira. Em 1934, ano em que foi fundada a União Geral das Escolas de Samba, a competição foi realizada no dia 20 de janeiro, em homenagem ao prefeito Pedro Ernesto, e a Mangueira alcançou o tricampeonato. 

O interesse em fomentar a competição com atração turística começou em 1935, quando o certame foi apoiado pelo Conselho de Turismo da Prefeitura do então Distrito Federal, obtendo a Portela sua primeira vitória, ainda com o nome de Vai Como Pode. A partir daí, já estabelecido como promoção oficial do carnaval carioca, o desfile foi realizado sem interrupção, exceto nos anos de 1938 e 1952, quando as chuvas impediram a promoção. 

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O modelo se estendeu a todas as capitais brasileiras, excetuando-se duas: Salvador da Bahia e o conjunto Recife-Olinda, em Pernambuco. 

Carnaval de Pernambuco e Bahia. O carnaval pernambucano, especialmente em Olinda e Recife, é um dos mais animados do país, e essa característica cresceu paralelamente à extinção do carnaval de rua na maior parte das cidades brasileiras, por causa do desfile das escolas de samba. As principais atrações do carnaval pernambucano — cujos bailes também são os mais animados — são, na rua, o frevo, o maracatu, as agremiações de caboclinhos, a imensa participação popular nos blocos (reminiscências modernizadas dos antigos "cordões") e os clubes de frevo. Em Recife e Olinda os foliões cantam e dançam, mesmo sem uniformes ou fantasias, ao som das orquestras e bandas que fazem a festa. Os conjuntos de frevo mais animados são os Vassourinhas, Toureiros, Lenhadores e outros. 

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Lembrando, pela cadência, os velhos ranchos, os maracatus estão ligados às tradições afro-brasileiras. Já os caboclinhos constituem outro tipo de agremiação folclórica, cujos desfiles são apenas vistos e aplaudidos. 

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A outra cidade em que a participação popular é costumeira, e onde todos cantam, dançam e brincam é Salvador. Uma invenção surgida na década de 1970 e que, à diferença do frevo, conseguiu contagiar outros estados e cidades, foi o trio elétrico — um caminhão monumental no qual se instalam aparelhos de som, equipados com poderosos alto-falantes que reproduzem continuamente as composições carnavalescas gravadas. Há ainda, como em Recife e Olinda, muitos populares que improvisam fantasias simples mas também adotam a postura galhofeira e vestem os disfarces de cinqüenta ou cem anos atrás. Tudo isto traduz bem o espírito momesco irreverente que impele a multidão à descontração total. 

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Músicas de carnaval. Durante o império, as músicas cantadas no período carnavalesco, no Brasil, eram árias de operetas, depois lundus, tanguinhos, polcas e até valsas. No início do século XX, predominaram, nas ruas, as cantigas de cordões e ranchos e, nos bailes, chorinhos lentos, polcas-chulas, marchas, fados, polcas-tangos, toadas e canções. Logo após a primeira guerra mundial, os palcos dos teatros-de-revista tornaram-se os lançadores das músicas de carnaval e iniciou-se, então, o domínio das marchinhas, maxixes, marchas-chulas, cateretês e batucadas. E também do samba, que, na era do rádio, entre 1930 e 1960, dividiu os louros com a marchinha, embora às vezes cedesse ao sucesso de um jongo, de uma valsa ou de uma batucada. O samba, nos salões e na rua, era absoluto. Mas desde fins do decênio de 1960, com a consolidação do desfile das escolas de samba, o samba e a marcha mergulharam no ostracismo, trocados pelo samba-enredo das escolas de samba.

Pesquisas Barsa

© Editorial Barsa Planeta, Inc.

terça 14 fevereiro 2012 19:55 , em Fotos e fatos


FESTA DE SAN VALENTINO: FESTA DO AMOR?????

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O mártir, quer dizer os dois mártires, de nome Valentim, que viveram no mesmo período da História e são comemorados em 14 de fevereiro, deram o nome a uma simpática tradição, chamada de “dia dos valentins” significando “dia dos namorados”. Ainda esta tradição, indicava a festa de São Valentim como o início da primavera, estação do despertar da vida e também do romance, quando os pássaros começam a preparar seus ninhos.

Mas, São Valentim se tornou o protetor dos namorados, ou melhor, os dois se tornaram, por outro motivo, além desta tradição dos devotos. Vejamos porque. O primeiro mártir, um soldado romano, foi incluído no Martirológio Romano com o nome de Valentim. O segundo foi inserido como Valentim de Terni, pois era o bispo dessa diocese. O registro sobre sua vida pode ser encontrado por esse nome, em outra página.

No século III, em Roma, Valentim, era um sacerdote e o imperador era Cláudio II,o Gótico. O Império enfrentava muitos problemas, com inúmeras batalhas perdidas. O imperador deduziu que a culpa era dos soldados solteiros, que segundo ele, eram os menos destemidos ou ousados nas lutas. E, mais, que depois de se ferirem levemente, pediam dispensa das frentes. Mas, o que era pior, retornavam para o exército, casados e nesta condição queriam voltar vivos, enfraquecendo os exércitos. Por isto, proibiu a celebração dos casamentos.

Valentim, que considerava essa medida injusta, continuou a celebrar os casamentos, mas secretamente. Quando soube das ações do sacerdote, Cláudio mandou que fosse preso e o interrogou publicamente. Suas respostas foram elogiadas pelo soberano que disse: “Escutem a sábia doutrina deste homem”. E, de fato, parece que a pregação de Valentim, o tinha impressionado, pois o mandou para uma prisão domiciliar, indicando a residência do prefeito romano Asterio, onde todos eram pagãos.

Logo que chegou na casa, o sacerdote ficou sabendo que o prefeito tinha uma filha cega. Disse aos familiares que iria rezar e pedir para Jesus Cristo pela cura da jovem, o que ocorreu alguns dias depois. Mas, nesta altura dos fatos, Valentim havia convertido a família inteira do prefeito. Isto agravou sua pena, sendo condenado a morte.

A antiga lenda acrescentou que após curar a jovem, ele teria se enamorado dela, platonicamente, mas preferiu o seu ministério. Antes de morrer teria escrito uma carta para a jovem e a entregou ao pai dela. No dia 14 de fevereiro de 286 foi levado para a chamada via Flaminia, onde foi morto a pauladas e depois decapitado.

A sepultura de Valentim foi encontrada em 346, numa capela subterrânea na via Flaminia. Dez séculos depois, antigos registros o indicaram como irmão de São Zenão Hoje, as suas relíquias estão na Igreja de São Praxedes num Oratório dedicado a São Zenão e Valentim.

O mártir Valentim se tornou santo porque morreu pelo testemunho de seu sacerdócio. A Igreja o considera padroeiro dos namorados por ter defendido com sua vida o Sacramento do Casamento e não pelo motivo acrescentado pela lenda.

terça 14 fevereiro 2012 06:08 , em Fotos e fatos


BRAZILIAN CARNAVAL

 

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The Carnival of Brazil (PortugueseCarnavalIPA: [kaʁnaˈvaw]) is an annual festival held forty-six days before Easter. On certain days of Lent, Roman Catholics and some other Christians traditionally abstained from the consumption of meat and poultry, hence the term "carnival," fromcarnelevare, "to remove (literally, "raise") meat."[1] Carnival celebrations are believed to have roots in the pagan festival of Saturnalia, which, adapted to Christianity, became a farewell to bad things in a season of religious discipline to practice repentance and prepare for Christ's death and resurrection.

Rhythm, participation, and costumes vary from one region of Brazil to another. In the southeastern cities of Rio de Janeiro and São Paulo, huge organized parades are led by samba schools. Those official parades are meant to be watched by the public, while minor parades ("blocos") allowing public participation can be found in other cities. The northeastern cities of SalvadorPorto Seguro and Recife have organized groups parading through streets, and public interacts directly with them. This carnival is also influenced by African-Brazilian culture. It's a six days party where crowds follow the trios elétricos through the city streets, dancing and singing. Also in northeast, Olinda carnival features unique characteristics, part influenced by Venice Carnival mixed with cultural depictions of local folklore.

The typical genres of music of brazilian carnival are, in Rio de Janeiro (and Southeast Region in general): the samba-enredo, the samba de bloco, the samba de embalo and the marchinha; in Pernambuco and Bahia (and Northeast Region in general) the main genres are: the frevo, themaracatu, the samba-reggae and Axé music.

Carnaval is the most famous holiday in Brazil and has become an event of huge proportions. The country stops completely for almost a week and festivities are intense, day and night, mainly in coastal cities.[2] The consumption of beer accounts for 80% of annual consumption[citation needed]and tourism receives 70% of annual visitors. The government distributes condoms and launches awareness campaigns at this time to prevent the spread of AIDS.[3]

Rio de Janeiro's carnival alone drew 4.9 million people in 2011, with 400,000 being foreigners.[4]

 

Contents

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[edit]Styles by State

[edit]Rio de Janeiro style

 
A Samba school parades in theSambadrome in the 2004 Carnival.

Modern Brazilian Carnival originated in Rio de Janeiro in 1641 when the city's bourgeoisie imported the practice of holding balls and masquerade parties from Paris. It originally mimicked the European form of the festival, later absorbing and creolizing elements derived from Native American and African cultures.

In the late 19th century, the cordões (literally "cords", laces or strings in Portuguese) were introduced in Rio de Janeiro. These were pageant groups that paraded through city avenues performing on instruments and dancing. Today they are known as Blocos (blocks), consisting of a group of people who dress in costumes or special t-shirts with themes and/or logos. Blocos are generally associated with particular neighborhoods; they include both a percussion or music group and an entourage of revellers.

Block parades have become an expressive feature of Rio's Carnival. Today, they number more than 100 and the groups increase each year. Blocos can be formed by small or large groups of revelers with a distinct title with an often funny pun. (Os blocos RJ, para os solteiros, são um lugar para conhecer e até beijar pessoas, or "The blocos in Rio de Janeiro, for the singles, are places to meet and even kiss people.") They may also note their neighborhood or social status. Before the show, they gather in a square, then parade in sections of the city, often near the beach. Some blocos never leave one street and have a particular place, such as a bar, to attract viewers. Block parades start in January, and may last until the Sunday after Carnival.

 
Mestre Sala e Porta-Bandeira, a double executing typical performance and opening a samba school exhibition.

There occur Blocos parades in nearly every neighborhood throughout the city and metropolitan areas, but the most famous are the ones inCopacabanaIpanemaLeblonLagoaJardim Botânico, and in downtown Rio. Organizers often compose their own music themes that are added to the performance and singing of classic "marchinhas" and samba popular songs. "Cordão do bola preta" ("Polka Dot Bloco"), that goes through the heart of Rio's historical center, and "Suvaco do Cristo" (Christ's statue armpit, referring to the angle of the statue seen from the neighborhood), near the Botanical Garden, are some of the most famous groups. Monobloco has become so famous that it plays all year round at parties and small concerts.

Samba schools are very large groups of performers, financed by respected organizations (as well as illegal gambling groups), who work year round in preparation for Carnival. Samba Schools perform in the Sambadrome, which runs four entire nights. They are part of an official competition, divided into seven divisions, in which a single school is declared the winner, according to costume, flow, theme, and band music quality and performance. Some samba schools also hold street parties in their neighborhoods, through which they parade along with their followers.

Carnival time in Rio is a very interesting, but is also the most expensive time to visit Rio. Hotel rooms and other lodgings can be up to 4 times more expensive than the regular rates. There are big crowds at some locations and life is far from ordinary in many parts of town.

[edit]São Paulo style

 
Carnival parade in São Paulo, Gaviões da Fiel Torcida Samba School.

The carnival in São Paulo takes place in the Sambadrome of Anhembi on the Friday and Saturday night of the week of Carnival, as opposed to Rio’s Carnival, which is held on Sunday and Monday night.

Various “samba schools” compete in a huge parade. Each school presents a different theme, which they expose through their costumes, dance, music and the “carros alegóricos” (also known as trio elétrico, huge vehicles decorated according to the theme designed specifically for the parade).

The schools are responsible for choosing their own themes, which usually revolve around historical happenings or some sort of cultural or political movement.

The most famous (and usually the winners) samba schools are: Nenê de Vila Matilde , Vai-Vai, Camisa Verde e Branco, Unidos do Peruche, Mocidade Alegre and Rosas de Ouro (which in English translate to, respectively: Baby from Matilde Village; Go-Go; Green and White Shirt; Peruche United; Happy Youth; and Golden Roses).

Vai-Vai is the oldest school and has been the First Division champion most times (14 total, including the 2011 championship). It also is the most popular, for it has the most fans.

[edit]Bahia style

There are several major differences between Carnival in the state of Bahia in Northeastern Brazil and Carnival in Rio de Janeiro. The musical styles are different at each carnival; in Bahia there are many rhythms, including samba, samba-reggae, axé, etc., while in Rio there is the multitude of samba styles: the "samba-enredo", the "samba de bloco", the "samba de embalo", the "funk-samba", as well as the famous "marchinhas" played by the "bandas" in the streets.

 
Carnival circuit of the city ofSalvador.

In the 1880s, the black population commemorated the days of Carnival in its own way, highly marked by Yoruba characteristics, dancing in the streets playing instruments. This form was thought of as "primitive" by the upper-class white elite, and the groups were banned from participating in the official Bahia Carnival, dominated by the local conservative elite. The groups defied the ban and continued to do their dances.

By the 1970s, four main types of carnival groups developed in Bahia: Afoxês, Trios Elétricos, "Amerindian" groups, and Blocos Afros. Afoxês use the rhythms of the African inspired religion, Candomblé. They also worship the gods of Candomblé, called orixás. An Electric Trio is characterized by a truck equipped with giant speakers and a platform where musicians play songs of local genres such as axé. People follow the trucks singing and dancing. The "Amerindian" groups were inspired by Western movies from the United States. The groups dress up as native Americans and take on native American names. Blocos Afros, or Afro groups, were influenced by the Black Pride Movement in the United States, independence movements in Africa, and reggae music that denounced racism and oppression. The groups inspired a renewed pride in African heritage.

Today, Bahia's carnival consists mostly of Trios Elétricos, but there are still Blocos Afros and Afoxês. Every year, about half a million tourists are attracted to Salvador. It's also possible to watch everything from the Camarotes (ringside seats) spread out along the way, offering more comfort to the visitors.

[edit]Pernambuco style

 
Street Carnival in Recife.

The North East state of Pernambuco has unique Carnivals in its present capital Recife and in its colonial capital Olinda. Their main rhythms are the frevo and the maracatu. Galo da Madrugada is the biggest carnival parade in the world, considering the number of participants, according The Guinness Book of World Records. It means "dawn's rooster" and parades, as the name suggests, in the morning only. Frevo is Pernambucan-style dance with African and acrobatic influences, as it is fast and electrifying, often using an open umbrella and frequent legs and arms movements.

Unlike Salvador and Rio, the festivities in Recife, Olinda and Itamaraca do not include group competitions. Instead, groups dance and play instruments side by side. Troças and maracatus, mostly of African influence, begin one week before Carnival and end a week later. Some well-known groups have funny names, such as: Tell me you love me, damn eggymann (with a famous giant dancing doll that leads the group), Crazy LoverOlinda's Underpants, and The Door. Held 40 days before Lent.

[edit]Minas Gerais style

 
Carnival parade of Ouro PretoMinas Gerais.

Minas also holds some important carnival parades, mainly in the historic cities of Ouro PretoMariana and Diamantina. They are held mostly by students' houses, which attract a majority of young people from the neighbor states. There are also other major parades in the region, such as the one in Pompéu.

Carnival in Minas Gerais is often characterized by blocos carnavalescos with varying themes and fantasy styles, almost always accompanied by a brass and drums band. However, Minas Gerais carnival was first influenced by the Rio de Janeiro Carnival (several cities have their own samba schools). Later some Axé groups from Bahia came to play in the state every carnival season.

The Carnival of the city of Ouro Preto is very popular with college students in the area. The city has a large proportion of students, who during the year live in places called Repúblicas (a rented house maintained and ruled by themselves). During carnival, the Repúblicas are literally packed withresidents and many visitors coming from all over the country. The hills prevent traffic of heavy sound trucks, but don't stop people from feasting all night and day.[5]

However, some view the Ouro Preto carnival festivities as a threat to the old and historical harmony of the region. According to one such person: the recent emergencet of industry from the surrounding localities, population growth and a spike in street traffic have jeopardize Carnival as older citizens remember it. One cause for alarm is the street carnival of Ouro Preto, which attracts thrill-seeking students from across Brazil. The students crowd the streets while playing loud and arguably disruptive music.[6]

[edit]Others

Some southern cities such as CuritibaFlorianópolisCamboriú, and Porto Alegre have smaller samba school groups or blocos, but like São Paulo state towns, they seem to prefer balls to street dancing.

[edit]Sambódromo

 
The Sambódromo of Rio.
 
Anhembi Sambódromo in São Paulo.

The Carnival parades in Rio de Janeiro and São Paulo take place in the Sambodromo, located close to the city center. In the city of Rio, the parades start at 20:00 or 21:00 (depending on the date) and end around 5:00 in the morning. The Rio de Janeiro Metro (subway) operates 24 hours during the main parade days.

The actual amount of spectators in the Sambodromo may be higher than the official number of seats mentioned below. Sector 9 is an exception. Actually the word 'seat' is not relevant. In Sector 1 access is given to the local community at a symbolic cost. Sectors 6 and 13 are the cheapest. Sectors 3, 5 and 7 have equally good views (even though there is a price difference between them). Sector 9 has marked seats and is therefore less crowded. Dress Circle and Boxes are the best, and priced accordingly.[7]

[edit]Types and capacity of seats

  • BOXES (total 5,992 seats)

Special Boxes: Four buildings between sectors 3, 5, 7 and 9 with up to 20 seats in A Boxes and 18 in B Boxes. Boxes in sectors: 3, 5, 7, 9, 11 and 4: 24 boxes per sector, in a total of 144 boxes Boxes in Sector 2: Three floors containing boxes A, B and C, each box with 12 seats.

  • Dress Circle (total 6,528 seats)

Uncovered boxes with walls and chairs for six occupants each, in sectors 3, 4, 5, 7, 9 and 11.

  • Chairs

4,220 chairs are placed in sectors 6 and 13. Of these, 525 are for paraplegics and their escorts.

  • Tiers of Seats (total 16,804 seats)

Uncovered spaces up to 15,80 m high, reached by stairs. Sectors 3, 4, 5, 7, and 11, each sitting 2,900 spectators. Sector 9 with 2,306 numbered seats.

  • Popular Tiers of Seats (Total 25,700)

Sector 1: in the area where the schools organize themselves for the parade; Sectors 6 and 13–at Praça da Apoteose from where the end of the parade can be seen. Sector 1 holds up to 6,500 spectators and Sectors 6 and 13 up to 9,600 each.

[edit]Music

[edit]Samba

 
Samba band.
 
The Brazilian axé singer Daniela Mercury.

Originated in Bahia from the African rhythms, it was brought to Rio de Janeiro around 1920 and is still one of the most popular styles of Brazil, together with Samba-pagode and Samba-reggae (the band Olodum from Salvador da Bahia made samba-reggae famous). From intimate samba-cancões (samba songs) sung in bars to explosive drum parades performed during carnival, samba always evokes a warm and vibrant mood. Samba developed as a distinctive kind of music at the beginning of the 20th century in Rio de Janeiro (then the capital of Brazil). In the 1930s, a group of musicians led by Ismael Silva founded in the neighbourhood of Estácio de Sá the first Samba School, Deixa Falar. They transformed the musical genre to make it fit better the carnival parade. In this decade, the radio spread the genre's popularity all around the country, and with the support of the nationalist dictatorship of Getúlio Vargas, samba became Brazil's "official music."

In the following years, samba has developed in several directions, from the gentle samba-canção to the drum orchestras which make the soundtrack of carnival parade. One of these new styles was bossa nova, a musical movement initially spearheaded by young musicians and college students from Rio de Janeiro. It got increasingly popular over time, with the works of João Gilberto and Antonio Carlos Jobim. In the sixties, Brazil was politically divided, and the leftist musicians of bossa nova started to draw attention to the music made in the favelas. Many popular artists were discovered at this time. Names like Cartola, Nelson Cavaquinho, Velha Guarda da Portela, Zé Keti, and Clementina de Jesus recorded their first albums. In the seventies, the samba got back to radio. Composers and singers like Martinho da Vila, Clara Nunes and Beth Carvalho dominated the hit parade.

In the beginning of the eighties, after having been sent to the underground due to styles like disco and Brazilian rock, Samba reappeared in the media with a musical movement created in the suburbs of Rio de Janeiro. It was the pagode, a renewed samba, with new instruments, like the banjo and the tantan, and a new language, more popular, filled with slang. The most popular names were Zeca Pagodinho, Almir Guineto, Grupo Fundo de Quintal, Jorge Aragão, and Jovelina Pérola Negra. Various samba schools have been founded throughout Brazil. A samba school combines the dancing and party fun of a night club with the gathering place of a social club and the community feeling of a volunteer group. During the spectacular Rio Carnival famous samba schools parade in the Sambódromo. An event that should not be missed.[8]

[edit]Axé

This is not exactly about a style or musical movement, but rather about a useful brand name given to artists from Salvador who made music upon northeastern Brazilian, Caribbean and African rhythms with a pop-rock twist, which helped them take over the Brazilian hit parades since 1992.Axé is a ritual greeting used in Candomblé and Umbanda religions, and means "good vibration." The word music was attached to Axé, used as slang within the local music biz, by a journalist who intended to create a derogatory term for the pretentious dance-driven style.

As singer Daniela Mercury began her rise to stardom in Rio and São Paulo, anything coming from Salvador would be labeled Axé Music. Soon, the artists became oblivious to the derogatory origins of the term and started taking advantage of it. With the media pushing it forward, the soundtrack of Carnival in Salvador quickly spread over the country (through off-season Carnival shindigs), strengthening its industrial potentials and producing year-round hits along the 90s.

Tested within the height of Carnival heat, Axé songs have been commercially successful in Brazil throughout the past decade. The year 1998 was particularly fortunate for the artists fromBahia: together, Daniela Mercury, Ivete Sangalo,Asa de Aguia,

Chiclete com Banana, Araketu, Cheiro de Amor and É o Tchan sold over 3.4 million records.

[9]

[edit]Micareta

 
Carnatal in Natal, largest micareta(off-season Carnival) in the country.[10]

There are also micaretas, as they are called off-season Carnival. The micaretas are similar to the Bahian Carnival and very different from the samba school parades, popular in Rio de Janeiro. The micareta is like this: during the days of party, a huge truck (called "trio elétrico"), with a band on the top and sound boxes all around, drives slowly along the streets or enclosed space.

The crowd follows the trio elétrico singing, dancing, jumping to the sound of the music. To be allowed to follow the truck, one must buy admittance to one of the several "blocos" (block). A bloco is an enterprise which obtains permission to participate in micareta, hires the band, sells admittance and controls access.

Brazil has several micaretas that take place throughout the year in various cities. They can be done in the streets (traditional micareta) or in closed spaces surrounded (indoor micareta).

[edit]Security

 
Security camera in the Carnival ofSalvador.

Brazil in the 1980s started developing a reputation for violence and crime due to a massive debt that left no money for necessities such as police, hospitals and schools. In the early 1990s, however, things began to turn around, as the government was able to decrease its debt and thus reintroduce money into public services, starting with the police. Officers were stationed anywhere there seemed to be a problem: city streets, beaches, etc. and the crime rate began to fall. Huge investments into tourism simultaneously made the protection of tourists a government priority.Tourism throughout Brazil is now a top priority, and everything is done to ensure the safety and comfort of visitors.

Taxis are very safe and available everywhere, but some incidents are occasionally reported. Taxis are the number one most common mode of transportation that tourists use, and with their inexpensive costs and convenience, it is generally the one most recommended.[11]

Although pictures and videos of Carnival in Salvador don't usually focus on police officers, a security system is there. Besides the regular police force, revelers dance amidst a security staff numbering over 600 people in all, hired by blocos to contain the crowds and keep the flow moving as smoothly as possible along the designated circuit. All private security plans are reviewed in advance by the Brazilian Federal Police. Basically, these are the functions performed by security organizations during the parade:

  • Rope Holders: They carry the ropes that separate the dancers who signed up with a bloco from the dancers who didn't (the so-called "popcorn" revelers), and help keep up the pace so bottlenecks don't form. There are about 400 rope holders in all.
  • Rope Inspectors: Each inspector monitors about 10 rope holders.
  • Rope Supervisors: They supervise about 5 rope inspectors each.
  • Disciplinary Supervisors: About 70 supervisors in all walk at the front of the bloco as pacesetters, keeping dancers away from the ropes and monitoring the revelers' access to the support vehicle.
  • Line Monitors: They monitor lines to restrooms, cash registers and bars.
  • Costume Inspectors: They walk among the dancers, making sure that tourists don't invade the area reserved to registered dancers, and also keep an eye out for falsified costumes and vendors without a license.
  • Security Agents: More than 50 professionals move about as the blocos press on, ready to handle excessive or aggressive behavior. They must work for companies approved by the Federal Police.[12]

[edit]References

  1. ^ "Carnival"Online Etymology Dictionary.
  2. ^ "Carnival in Brazil". Topics-mag.com. 7 October 2008. Retrieved 4 June 2011.
  3. ^ [1][dead link]
  4. ^ "Carnival of Rio".
  5. ^ "Carnival of Ouro Preto, Minas Gerais". V-brazil.com. Retrieved 4 June 2011.
  6. ^ "Carnival in the city of Ouro Preto". Ouro-preto.info - photo by Olinda City. Retrieved 4 June 2011.
  7. ^ "Sambódromo Information". Bolerio.com. Retrieved 4 June 2011.
  8. ^ "Samba in Rio de Janeiro". Travel-amazing-southamerica.com. 7 August 1942. Retrieved 4 June 2011.
  9. ^ "Axé Music in Salvador". Allbrazilianmusic.com. Retrieved 4 June 2011.
  10. ^ "60 minutos – TV Ponta Negra , Carnatal 2009 – Maior micareta do Brasil comemora seu 19º aniversário com animação". TV Ponta Negra. 4 December 2009. Retrieved 4 June 2011.
  11. ^ "Facts of security – Carnival". Braziltravelinformation.com. Retrieved 4 June 2011.
  12. ^ "Security – Carnival of Salvador". Gobrazil.about.com. 10 March 2011. Retrieved 4 June 2011.

sexta 10 fevereiro 2012 06:20 , em Fotos e fatos


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